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Santarém contabiliza 48 mil pessoas imunizadas contra o H1N1 e ultrapassa 50% da meta de vacinação

Weldon Luciano - 07/05/2019

Santarém contabilizou 48.738 pessoas imunizadas contra o H1N1 e ultrapassou mais da metade da meta estabelecida. O quantitativo obtido já chega a 52,4% do total de 93 mil pacientes que estão incluídos nos grupos prioritários. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) que segue com a campanha até o dia 31 de maio. Em 2019 foram registrados 3 casos da doença no município.  

 

"Falta pouco menos de um mês para o encerramento da campanha que vai até 31 de maio e ainda precisamos vacinar mais de 40 mil pessoas. Esperamos que os grupos prioritários continuem buscando as unidades de saúde para tomarem a dose da vacina. Isso é muito importante para Santarém e especialmente para a nossa população. A gripe H1N1 pode matar, então é a prevenção é fundamental", destacou Edna Gadelha, coordenadora do setor de imunização da Divisão de Vigilância em Saúde (Divisa).

 

Segundo o relatório, tanto na área urbana quanto rural, 18.424 pessoas foram vacinadas no sábado, 4 de maio, considerado o dia D da Campanha em todo o Brasil. A estimativa é de que este número seja ainda maior, pois os dados ainda estão sendo contabilizados e atualizados no sistema. Nos próximos 23 dias, as autoridades ainda precisam vacinar 44.262 pessoas.

 

Ainda de acordo com a Semsa, foram registrados 3 casos confirmados da doença e 1 está sob investigação. Os dois primeiros casos eram importados, ou seja, um paciente do sexo masculino da cidade de Itaituba e o outro, uma mulher da cidade de Faro. Na última semana, mais um caso foi registrado em Santarém, um homem morador do bairro de Santana que encontra-se internado. Há ainda um outro caso suspeito que está sendo investigado. Até o momento um óbito foi registrado, trata-se do paciente da cidade de Itaituba que morreu em decorrência da doença.

 

A gripe H1N1 é uma infecção aguda causada pelo vírus Influenza A, que afeta o sistema respiratório e que pode provocar complicações graves, inclusive a morte, se não for tratada a tempo, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção e que fazem parte do grupo prioritário da campanha. 


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