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Nível do rio Tapajós está a 48 cm da enchente de 2009; Trechos do cais começam a ser inundados e bombas estão sendo montadas

Weldon Luciano - 11/04/2019

Trecho da avenida Tapajós com as canaletas alagadas e o cais já recebe estrutura para instalação de bombas -

O rio Tapajós em Santarém ultrapassou a marca dos 7 metros e nesta quinta-feira, 11 de abril, chegou a 7,16 metros. Desde o dia 1 de abril, quando o nível era de 6,92 metros, a subida das águas manteve em alta  de 24 centímetros só este mês. Alguns trechos da avenida Tapajós já estão sendo inundados, nas proximidades da sede da Capitania Fluvial. Em frente ao Mercado Modelo, a estrutura composta por bombas já está sendo montada.

 

Segundo dados da Defesa Civil de Santarém, nesta data, em 2009, o rio Tapajós atingiu 7,64 cm. Nesta quinta-feira, a medição aponta 7,16. Na quarta-feira, o nivel do rio estava em 7,14 cm.

 

De acordo com dados fornecidos pela própria Capitania Fluvial, a atual medição está 81 centímetros acima do que foi registrado no dia 10 de abril de 2018 (6,33 metros) e 44 centímetros abaixo do nível registrado no dia 10 de abril de 2009 (7,58 metros), ano em que a região sofreu uma das maiores enchentes.  

 

A mediação é feita diariamente de acordo com uma régua que atende aos critérios técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA) e a análise auxilia na tomada de decisões, a fim de orientar os navegantes quanto às precauções de segurança na navegação.

 

Afluente da margem direita do Rio Amazonas, o rio Tapajós tem sua cabeceira localizada no estado do Mato Grosso, na confluência entre os rios Teles Pires e Juruena. A intensidade de chuvas pode ocasionar o aumento do nível do rio, já que em todo o percurso do rio desde sua cabeceira tem sofrido a ação do período chuvoso.

 

Bombas na Avenida Tapajós

 

O Portal OESTADONET entrou em contato com a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) que informou que está providenciando a montagem da estrutura que acomoda as bombas que drenam a água acumulada na Avenida Tapajós devido a inundação do rio. A pasta ainda está avaliando quantas serão necessárias e quando elas entram em funcionamento. Tudo vai depender de como vai se comportar a dinâmica de subida das águas. A Seminfra informou ainda que a Defesa Civil segue no monitorando da situação e deve tomar as medidas cabíveis. 


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