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Jussara se mantém calada em audiência de instrução no fórum de Santarém sobre morte de Líbia

PORTAL OESTADONET - 29/09/2023

O juiz Gabriel Veloso de Araújo, titular da 3ª Vara Criminal de Santarém, no oeste do Pará, abriu prazo para que o Ministério Público apresente os memorais escritos ao processo que tem como ré Jussara Nadiny Cardoso Paixão. Após as alegações do MP, será a vez da defesa se manifestar. Na audiência de instrução e julgamento realizada nesta sexta-feira (29), a acusada se manteve em silêncio.

 

Concluídas as fases das alegações das partes, os autos retornam para a apreciação final do juiz que vai decidir se a ré será ou não submetida a júri popular pela morte por atropelamento de Líbia Tavares dos Santos, ocorrida em fevereiro deste ano. Até lá, o processo aguardará a sentença de pronúncia ou impronúncia. 

 

Durante audiência desta sexta, foram ouvidas todas as testemunhas, sendo seis de acusação e quatro de defesa. Jussara Nadiny Cardoso Paixão fez uso ao direito de silêncio. Ao final, foi concedida vista dos autos ao MP e à assistência de acusação para alegações finais.

 

Jussara Nadiny foi denunciada pelo MP pela prática de homicídio qualificado. O MP reforça que Jussara teria causado a morte Libia Tavares dos Santos, na madrugada do dia 22 de fevereiro deste ano, após uma discussão iniciada em um bar, na avenida Mendonça Furtado, no bairro Prainha, que terminou em perseguição e, consequentemente, na morte da vítima por atropelamento. 

 

A audiência foi presidida pelo juiz Gabriel Veloso de Araújo e teve na acusação, o promotor de Justiça, Diego Libardi Rodrigues. Os advogados Alessandro Moura e Igor Célio de Melo Dolzanis atuaram na defesa da acusada. Eles defenderam a tese de legítima defesa. O objetivo dos advogados é evitar que Jussara vá a júri popular.

 

Jussara Nadiny está em liberdade provisória desde o dia 28 de março com medidas cautelares impostas pela Justiça.




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