Violência interno
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Sindicato cobra providências de autoridades sobre assassinato de taxista em Santarém

Weldon Luciano - 09/11/2018

O assassinato do taxista Erinaldo Fernando Ferreira de Sousa e do passageiro Paulo Correa da Silva completou três semanas na última quarta-feira 7,  e até o momento os autores do crime não foram presos. O Sindicato dos Taxistas de Santarém, que acompanha o caso, cobra das autoridades policiais solução para o caso, o mais breve possível. O Portal OESTADONET tenta o contato com a Polícia Civil para se pronunciar sobre o andamento do caso.

“Estamos acompanhando as investigações e queremos um posicionamento das autoridades sobre o caso, fazendo o possível para ajudar. Assim como a família, o sindicato também quer uma resposta e que os responsáveis pelos crimes possam ser punidos”, diz Antônio Carvalho, presidente do Sindicato dos Taxistas de Santarém.

Erinaldo Ferreira foi visto com vida pela última vez no dia 13 de outubro, quando saiu para fazer uma corrida com Paulo Correa da Silva. Segundo as investigações, Paulo supostamente faria parte de um esquema para emitir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Isso teria causado revolta, pois a promessa não era cumprida, principalmente quando o pagamento era feito antecipadamente.  O taxista teria sido morto por ser queima de arquivo, uma vez que poderia ajudar a identificar os criminosos.

Os corpos foram encontrados dois dias depois, enterrados em cova rasa no terreno de uma casa no bairro Jaderlândia. Segundo informações da polícia, taxista e passageiro provavelmente foram mortos a tiros. Estavam com os pulsos amarrados e bocas amordaçadas, já em estado avançado de decomposição

A Polícia Civil de Santarém chegou a identificar e prender integrantes de uma organização criminosa que estava agindo na cidade e pode estar envolvida em diversos crimes, entre eles a morte do taxista. Gabriel Batista Santos, Francys da Silva Castro, Tiago Silva Cardoso e Edson Duarte Ferreira foram presos. Sobre os autores do assassinato, de acordo com o que apurou a reportagem, um estaria em Macapá e o outro em Manaus.


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