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Embarcações que fazem linha para comunidades em Santarém não entram no ordenamento proposto pela CDP e CPH

Weldon Luciano - 20/05/2019

Embarcações de pequeno porte que fazem linha entre as comunidades da zona rural e a área urbana de Santarém ficarão de fora do ordenamento proposto pela Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH) e a Companhia Doca do Pará (CDP). A informação foi confirmada pelo Prefeito Nélio Aguiar que ressaltou ainda que essas embarcações poderão usar os 6 píeres previstos no Projeto Orla o que permitirá a continuidade do embarque e desembarque dela na frente da cidade. Com a nova estrutura, pretende-se evitar que os proprietários de barcos atraquem diretamente nas grade de proteção que tem causado grande danos ao cais de arrimo.

 

“A gente vai permitir ali na frente da cidade as pequenas embarcações que vem da comunidades dentro do próprio municipal, ou seja, a navegação intramunicipal. Aquelas embarcações quem vem do rio Tapajós, do rio Arapiuns, do Lago Grande e demais comunidade de várzea ela vão continuar ancorando na frente da cidade nos 6 novos píeres que devem ser implantados a partir do mês de agosto”.   

 

 

A partir de 2020, a navegação Intermunicipal e Interestadual devem ter como base o Porto do DNIT e o Terminal Hidroviário, respectivamente, localizados no bairro Prainha, enquanto o atual Porto da CDP ficará somente com operações de transbordo de cargas. De acordo com o Prefeito, esse novo reordenamento deve atender exigências das autoridade portuárias. O fluxo da cidade cresceu e é preciso fazer adequações.

 

“Temos embarcações pequenas que vem das comunidades ribeirinhas, temos as maiores que atendem município da região e até mesmo aquelas que fazem o transporte interestadual como Manaus e Macapá. A navegação mudou muito, o avanço da tecnologia tem permitido a construção de embarcações cada vez maiores e aliado o intenso fluxo nos obriga a melhorar a estrutura e estamos em busca de alternativas em parceria com a CDP e a CPH, que vão auxiliar a conduzir todo esse processo”, conclui Nélio.


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