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MP vai buscar entendimento com CPC para que agilize entrega dos laudos de objetos apreendidos na Operação Perfuga

EXCLUSIVO. Weldon Luciano - 07/02/2019

Ex-vereador Reginaldo Campos é o único flagrado na operação Perfuga, wr que permanece preso - Créditos: OESTADONET

O Ministério Público do Pará (MPPA) está fazendo tratativas junto  ao Centro de Perícias Científicas do Pará (CPC), órgão ligado ao Instituto Médico Legal em Belém para que agilize a entrega dos laudos de objetos apreendidos na Operação Perfuga em agosto de 2017. Ao todo, foram periciados celulares dos 28 réus envolvidos no esquema de corrupção. Segundo apurou a reportagem do Portal OESTADONET, os materiais foram analisados em julho de 2018 e devolvidos para o juízo, mas até o momento não foram entregues os laudos para a justiça, que considera fundamental a análise destas provas para a continuidade do processo.

 

O documento a ser enviado deve questionar ao CPC os motivos da demora para a entrega que já dura algo em torno de 7 meses. Mesmo considerando que sejam muitos volumes e a grande demanda do órgão que atua com casos em todo o estado, o tempo decorrido pode ser considerado como hábil para conclui o procedimento.

 

Os 28 réus do processo em questão, entre eles o ex-presidente da Câmara Reginaldo Campos, o advogado Wilson Lisboa, o ex-diretor da casa Samuel Fernandes e a ex-servidora Sarah Campinas, respondem pela acusação de vários crimes, como atentado conta a Segurança de Serviço de Utilidade Pública, Peculato, Falsidade Ideológica, Inserção de Dados Falsos em Sistemas de Informação, Associação Criminosa com mais 12 pessoas os quais atuavam no setor de regulação do serviço de saúde pública, Associação  Criminosa com mais de 21 pessoas os quais atuavam ilicitamente no desvio de recursos públicos e Corrupção Passiva.  


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