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O juiz Alexandre Rizzi recebeu terça-feira(10) o inquerito policial aberto pelo delegado José Castro para investigar o desvio de combustível durante a gestão do ex-presidente Reginaldo Campos, que renunciou ao mandato e que se encontra preso, no quartel do Terceiro Batalhão de Políca Militar, após celebrar acordo delação premiada no qual concordou em cumprir pena de dois anos e sete meses de prisão.

O delegado responsável pelo inquérito, José Castro, indiciou por falsidade ideológica os ex-vereadores  Marcela Tolentino,  Luiz Alberto e Nicolau do Povo, e os vereadores Ney Santana, Silvio Neto, Silvio Amorim, além do próprio Reginaldo. Todos os membros da mesa assinaram portaria com data retroativa a primeiro de janeiro de 2015 para tentar disciplinar o uso de combustível pelos membros da Câmara Municipal de Santarém.

O inquérito apurou que Reginaldo teria combinado com vereadores da mesa da Casa no período em que foi presidente para que estes assinassem documentos que dariam legalidade à distribuição de combustiveis  para uso dos vereadores, inclusive atos da mesa com data retroativa. Mas foi usado um número de portaria já utilizado em outro documento, apreendido durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na Câmara de Vereadores

Uma fonte do Portal OESTADONET informou que Reginaldo procurou também alguns vereadorers para que estes assinassem requisições de combustíveis liberadas pelo então presidente da Câmara, mas alguns se recusaram a assinar os documentos.

O inquérito está tombado sob o número 20180141278813 e se encontra na secretaria da Primeira Vara Criminal da Comarca de Santarém.




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Última modificação em Quarta, 11 Abril 2018 17:20