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O Ministro da Saúde Ricardo Barros esteve quarta-feira(31) em Santarém em companhia do secretario estadual de saúde Victor Mateus. Ricardo Barros visitou o serviço de hemodiálise do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA, de propriedade da Sespa, que precisa ser ampliado. Sem contrapartida federal, segundo o Mateus, o projeto de instalação de máquinas ( 70 no total) vai ser financiado pelo governo do estado do Pará, que vai aportar mais de 10 milhões de reais de verbas do orçamento estadual.

O ministro não deu garantias que a pasta da saúde vai liberar verba para ampliação do serviço que atende a pacientes renais crônicos. A mesma postura Ricardo Barros manteve diante do prefeito de Santarém, a quem Nélio Aguiar levou para visitar as obras do futuro hospital materno infantil, que estão paralisadas há mais de dois anos.

Ricardo Barros foi evasivo quanto à liberação de verbas para a retomada das obras do hospital materno infantil. O ministro alegou que não pode liberar dinheiro para uma obra de um convênio que não foi executado. “ Todo pedido de liberação de pedido é precedido da pergunta de quem paga a conta. - Quanto a União coloca, quanto o Estado coloca, quando o município coloca?.  Todo financiamento da saúde é tripartite e sem essa discussão nós não iniciaremos mais nenhuma obra que fiquem paradas e não atendem à população.”

Indagado se o Ministério da Saúde teria uma solução imediata para o Hospital Materno Infantil, Ricardo Barros foi taxativo: “O Ministério da Saúde não pode colocar dinheiro em um convênio que não foi executado. Precisamos saber quem paga a conta da obra. Precisamos da parceria do Governo do Estado, buscando uma solução conjunta que atenda à necessidade”, se limitou a responder o ministro da saúde.

O prefeito Nélio Aguiar acredita numa solução compartilhada entre União, estado e município. “ "Nosso grande dilema com o Materno Infantil é que a obra está há bastante tempo paralisada. A empresa que estava construindo teve contrato encerrado, e precisaremos contratar uma nova. Para isso, enviamos este mês de janeiro à Caixa Econômica o projeto para ser analisado. Há necessidade do município ter que aumentar a contrapartida dessa obra, e esse valor está em torno de R$ 8 milhões, o que é difícil para Prefeitura. Surgiu a ideia de dialogarmos com o Governo do Estado com apoio do senador Flexa Ribeiro e do deputado Beto Salame", explicou o prefeito.




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Última modificação em Quinta, 01 Fevereiro 2018 10:37