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O rebocador de alto-mar que transporta a Cábrea Tacklift, que tem instalado um guindaste com capacidade de içamento para 1.200 toneladas, e a plataforma que serão usadas na operação de reflutuação do rebocador da Bertolinni que afundou no rio Amazonas, no dia 2 de agosto, somente deixou o porto de Roterdã, na Holanda, no último domigo (8). A previsão de saída embarcação era dia 2 de outubro, segundo plano de regaste apresentado pela empresa Smith Salvage BV à Marinha do Brasil. O plano foi aprovado no dia 16 de setembro.

O atraso, segundo apurou o Portal OESTADONET, foi motivado pela espera de uma ‘janela de bom vento” para início da navegação até o Brasil. Nesta primeira semana de outubro, a velocidade dos ventos naquela região do oceano Atlântico era superior a 20 nós, o que colocaria em risco o transporte dos equipamentos .

Por causa do atraso na saída do rebocador de alto-mar, a operação de resgate, no local do acidente, próximo à cidade de Óbidos, deve atrasar seu início pelo menos uma semana . Mas outras providências aqui no Brasil estão sendo tomada.

A empresa Smith já contratou uma empresa em São Paulo para a confecção de uma rede de aço que será lançada sobre o empurrador de modo a evitar que, caso os compartimentos da embarcação se abram por ocasião do içamento, os corpos dos 9 tripulantes sejam contidos. Em Manaus, está sendo alugada uma balsa que funcionará como plataforma de apoio para o resgate.




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Última modificação em Segunda, 09 Outubro 2017 17:27